Entre os resultados dos projetos financiados pelo fundo, destacam-se os resultados obtidos pelos pesquisadores da Universidade de Guelph (Canadá), da Índia e do Sri Lanka, que desenvolveram sistema de embalagem inovadora para a reduzir a deterioração e as perdas de mangas pós-colheita, com o uso da nanobiotecnologia. O produto desenvolvido pelo consórcio dos três países poderá ser aplicado também na economia agrícola canadense, assim como em outros países.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Nanobiotecnologia e Segurança Alimentar
Entre os resultados dos projetos financiados pelo fundo, destacam-se os resultados obtidos pelos pesquisadores da Universidade de Guelph (Canadá), da Índia e do Sri Lanka, que desenvolveram sistema de embalagem inovadora para a reduzir a deterioração e as perdas de mangas pós-colheita, com o uso da nanobiotecnologia. O produto desenvolvido pelo consórcio dos três países poderá ser aplicado também na economia agrícola canadense, assim como em outros países.
sábado, 24 de março de 2012
Neblina em Brasília
Neblina em Brasília
domingo, 13 de novembro de 2011
A Exuberância Luminosa de Gaia
Earth | Time Lapse View from Space | Fly Over | Nasa, ISS from Michael König on Vimeo.
Na coluna eletrônica Dot Earth, no The New York Times, Andrew Revkin presenteia-nos com esse belo filme feito há dois meses pelos tripulantes da Estação Espacial Internacional. É um passeio belíssimo sobre nosso planeta, em que observamos a exuberância das luzes de nossa civilização concorrendo com a beleza das auroras boreais e os clarões de trovões sob as nuvens de nossa atmosfera.
sábado, 12 de novembro de 2011
O Passeio do Besouro Entimus
Entimus Beetle in a Bougainville branch, a photo by Itajai de Albuquerque on Flickr.
No finalzinho da tarde desse sábado, brasilianamente ensolarado, quando molhava as plantas na minha sacada, dei com um visitante diferente. Um besourinho que parecia fantasiado para o Carnaval, no tempo em que ainda haviam bailes à fantasia na altura dessa descrição.
Claro que montei a velha Nikon D-40 e fui observá-lo mais de perto. Tratava-se de um besouro bem blasé - ou seria uma besoura? Até fez uma paradinha para tomar quem sabe um pouquinho d'água.
Na internete busquei saber o nome e o sobrenome do visitante, e penso que a identidade se aproxima bastante de um espécime do gênero Entimus. O esclarecimento dessa dúvida caberá aos entomólogos, que acaso por distração dêem uma passadinha aqui, no blog.
O fato é que hoje, no planeta, os besouros estão entre as espécies ameaçadas de extinção. O risco se deve às mudanças provocadas em seu habitat natural, que são as florestas.
Não se sabe ao certo quantas espécies desses insetos existem no mundo, nem tão pouco qual a exata função que desempenham no ecosistema terrestre. Mas que eles teem uma ou algumas nem se pode duvidar! Afinal, falta de evidência científica não significa ausência de evidência. Novas perguntas ou reinquirições são o combustível da ciência.
Que Tal um Gole?
terça-feira, 8 de março de 2011
Canção da Manhã Feliz
(Miltinho)
Luminosa manhã
Prá que tanta luz
Dá-me um pouco de céu
Mas não tanto azul
Dá-me um pouco de festa não esta
Que é demais pro meu anseio
Ela veio olhar, você sabe, ela veio
Despertou-me chorando
E até me beijou
Eu abri a janela
E este sol entrou
De repente em minha vida
Já tão fria e sem desejos
Estes festejos, esta emoção
Luminosa manhã
Tanto azul, tanta luz
É demais pro meu coração
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Uma Onda da Pesada
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Foi o Golfinho, Sinhá
A lenda, como expressão de uma socialização de uma região isolada e periférica, remete às questões relacionadas à gravidez indesejada em comunidades fechadas. Hoje, como anedota, ainda perdura dizer com maldade: Fulano (a) é filho (a) do boto. Aqui, nesse extraordinário filme, vê-se com clareza a atração e o comportamento sexual de um golfinho macho em torno de uma nadadora que , decerto, desconhece a lenda dos botos amazônicos .
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
I Jornada de Patologia Toxicológica
| A Associação Latino-Americana de Patologia Toxicológica realizará, no dia 18 de outubro, a 1ª Jornada de Patologia Toxicológica, em Botucatu (SP |
O evento – que reunirá biólogos, veterinários, toxicologistas, médicos, farmacologistas, entre outros – discutirá um tema que, de acordo com os organizadores do evento, tem tido pouca atenção. Mais informações e inscrição: www.alaptox.org ou (14) 3811-6238 (ramal 252). |
domingo, 19 de setembro de 2010
A Bela Mexicana Que Mora Em Casa


sábado, 7 de agosto de 2010
Mr. Callithrix É Resgatado

O macaquinho da foto é considerado o menor do mundo e se chama Callithrix pigmaea. Seu habitat é a região Amazônica. Essa vida tão delicada vive na copa das árvores e está ameaçado de extinção, decerto pelo desmatamento que modifica seu nicho ecológico de forma drástica. O exemplar fotografado foi encontrado recentemente escondido entre as roupas de um viajante peruano. Não há informações se ali estava por circunstância ocasional ou se era espécie de mascote do homem. Os índios, por exemplo, utilizam o C. pigmaea nos ombros e nos cabelos, para que ele de conta dos piolhos que ali queiram se instalar. Tem 13 cm de tamanho e depois de ser tratado no centro de recuperação para onde foi enviado, terá aspecto menos debilitado.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Um Outro Mundo Sem Mosquitos é Possível?

quinta-feira, 10 de junho de 2010
O Négócio da Cana Continua no Século XVIII
O presidente da Organização dos Plantadores de Cana da Região Centro-Sul (Orplana), Ismael Perina, cobrou dos pré-candidatos à Presidência da República maior empenho contra o que, segundo ele, são arbitrariedades que o setor sucroenergético enfrenta e relacionadas, por exemplo, às fiscalizações trabalhistas nas famigeradas usinas. Perina discursou durante a cerimônia de entrega da primeira edição do Prêmio TOP ETANOL, na segunda-feira (07/06), em São Paulo.
“Os empregadores precisam de maior segurança jurídica, uma definição mais objetiva e transparente do significado de condições análogas à de escravo, em especial as chamadas condições degradantes de trabalho. Hoje predomina a subjetividade e o arbítrio nas fiscalizações. Dois fiscais fiscalizando a mesma propriedade podem ter interpretações totalmente diferentes sobre um mesmo item fiscalizado,” pontuou Perina.
O dirigente da Orplana cobrou também uma ação dura do Estado contra as invasões de propriedades rurais produtivas. Para ele, há um contra-senso de uma legislação forte e punitiva para invasões urbanas, mas sem o mesmo vigor nas áreas rurais. A terceira questão reclamada pelo empresário foi "uma solução definitiva para o absurdo conflito que se criou entre agricultura e meio ambiente", sublinhando que são os agricultores os grandes responsáveis pela harmonização entre produção e conservação ambiental. Contudo, para ele é um absurdo a atual legislação retroagir no tempo e obrigar à recomposição da vegetação nativa em 20% da área da propriedade agrícola na maioria dos estados.
As questões colocadas pelo representante do agro-negócio da cana nos remetem a uma pauta do século XVIII. Para um setor que pretende internacionalizar o etanol, disputando um lugar ao sol no acirrado mercado das comodities energéticas, o discurso é próprio do anacronismo que exemplifica a perenidade do coronelismo na grande propriedade rural brasileira, açucareira ou não. Ora, um setor que anda incomodado com a fiscalização de práticas de trabalho escravo não pode ser candidato ao mercado internacional de produtos sustentáveis.
Desconhecer os problemas agrários do Brasil, a defasagem nos indíces de produtividade usados para aferir o que são "propriedades rurais produtivas", insistir na desqualificação dos movimentos de luta pela terra, não vai ajudar o setor a se modernizar e atingir os seus objetivos de longo prazo. Por exemplo, outro dia eu lia um conjunto de gráficos produzidos por uma consultoria inglesa, relacionados a meio ambiente, fragilidades políticas e potencial econômico. O Brasil tinha vantagem internacional em praticamente todos os quesitos, exceto nas tensões relacionadas ao campo. Isto quer dizer que o investidor internacional pensará duas vezes em comprar álcool de alguém que trata conflitos sociais como estivesse no século XVIII e com isso arrisca a continuidade do fornecimento como recorda-nos a história das plantations no Caribe.
Para uma indústria que tem a ambição de produzir o substituto sustentável aos derivados do petróleo, a crítica a medidas de preservação ambiental também soa destoante. A proposta de uma matriz de combustíveis limpa para o Brasil e para mundo é defendida pelo movimento ambientalista e, se adotada, provavelmente, teria no etanol uma das alternativas mais viáveis ampliando em muito o mercado desse produto. Por outro lado, o setor demonstra não querer assumir os compromissos necessários para garantir a sustentabilidade ambiental da produção de cana, ao negar a recomposição da vegetação de parte das suas propriedades.
Essa escancarada contradição com certeza não passará em branco e o etanol, que tem sofrido muito com a idéia de que sua produção concorre com recursos para a produção de alimentos, poderá sofrer novo revés ao criticar medidas compensatórias como a recomposição parcial da mata nativa que está prevista no Código Florestal de 1965.
Há mais de 50 anos se aguarda que essa legislação federal seja cumprida. Agora, vencidas todas as prorrogações acordadas em sucessivos governos, o setor ruralista se empenha com audácia na alteração do Código. Para termos uma idéia da disputa em curso no Congresso Nacional, o processo de revisão do Código Florestal está na Câmara e o relator é o deputado comunista Aldo Rabelo que, sob a pretensão de garantir salvaguardas aos pequenos produtores, que segundo diz não teriam condições de arcar com a constituição das reservas, propõe flexibilizar as regras. do Código. Coincidentemente com o apoio e elogios de sua outrora tradicional inimiga, a bancada ruralista. Consumado o resultado de um inusitado conluio, praticado na contra-mão dos interesses maiores da sociedade brasileira, sem dúvida estará legitimado mais um atraso, outro passo atrás das rupturas históricas com que o Brasil tem buscado avançar na redução do desmatamento, da qual é exemplo a posição adotada na Conferência de Copenhaguem, quando anunciamos metas relevantes e voluntárias para a aprovação da Lei de Mudança do Clima.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Mercado Interno e Desmatamento da Amazônia.
terça-feira, 1 de junho de 2010
O Estudo Goldfinger
O estudo baseou-se em cerca de 80 amostras procedentes de uma falha geológica com 1000 km de extensão, situada entre a Ilha de Vancouver (Canadá) e o Cabo Mendocino (Califórnia).O objetivo da pesquisa era identificar depósitos de deslizamentos resultantes de grandes terremotos marinhos ocorridos no passado. Utilizando carbono-14 para datação do plancton aprisionado nas rochas e de dados físicos e de polo magnético das rochas, os cientistas obtiveram dados que permitiram reelaborar o mapa de risco e magnitude de terremotos na região.
Antes o risco estabelecido para a região apontava para recurrências de terremotos de grande impacto a cada 500 anos, com uma probabilidade de ocorrência em 10-15% para os próximos 50 anos. O estudo de Goldfinger, ao aumentar de 9 para 41 o número de terremotos estudados, recalculou a frequência de um grande abalo sísmico a cada 240 anos, o que definiu um risco de 37% para a região ser atingida por um terremoto de magnitude 8 nos próximos 50 anos. Os achados do estudo foram considerados relevantes tanto pela comunidade científica quanto pelo US Geological Survey, que realizará um workshop de verão para avaliar como os resultados da pesquisa serão incorporados nos mapas de risco e prevenção de catástrofes.
domingo, 23 de maio de 2010
Google Earth: O Tamanho da Encrenca
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Malária x Alterações Climáticas: Pesos & Medidas
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Trecho de carta publicada na edição da Nature (20/05/2010) em que os autores Gethi, Smith e Patil e colaboradores discorrem com elegância sobre as relações entre alterações climáticas e a prevalência/indicência da malária no mundo. O artigo na íntegra e sem ônus está disponível para leitura.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
A Questão Nuclear do Irã: Cenário e Personagens de um Enredo Petrolífero




- O Irã é uma república religiosa islâmica ortodoxa, que há mais de 30 anos tem se mostrado hostil aos EUA e a Israel, desde que o aiatolá Khomeini depôs o aliado Xá Reza Pahlevi no final da década de 70.
- Em termos energéticos, considerando dados do BP Statistical Review of World Energy, publicado em 2004, o Irã é o terceiro maior produtor mundial de petróleo, com reservas estimadas para durar em média 95 anos.
- As pretensões de hegemonia mundial dos EUA nos campos da política e da economia são necessariamente balizadas pela questão energética. O país é o maior consumidor mundial de produtos derivados do petróleo, consomindo 3 vezes mais petróleo do que produz. Ao fazê-lo, como seria de esperar, torna-se o líder na emissão de CO2 na atmosfera, sem que demonstre uma disposição de efetivamente associar-se as recomendações do Protocolo de Kyoto.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Areias Betuminosas Sob Acusação

James Cameron continua em cartaz no lado de baixo do Equador, agora acompanhado do talento e da beleza das pernas da atriz Sigourney Weaver. Entretanto, quando o assunto é o petróleo betuminoso no Canadá e a sua correspondente agressão ao meio ambiente, o diretor canadense faz cara de paisagem, esteja só ou acompanhado.
Caravana Roliúde** a parte, Le Monde Diplomatique pauta o dano ambiental provocado pela economia do petróleo no Canadá, demonstrando que o assunto está na ordem do dia tanto quanto Belo Monte, o projeto da hidrelétrica brasileira no Pará que o diretor de Avatar faz de cavalo de batalha; ou melhor, de pano de fundo para garantir mídia e platéia para o seu caríssimo filme de ficção científica.
** Se Cacá Diegues criou a Caravana Rolidai no filme Bye-bye Brazil, por que não vermos na dobradinha Cameron-Weaver a Caravana Roliúde? Data venia o filme de Diegues ser uma das mais sérias leituras cinematográficas já feitas sobre o Brasil.